A Arte da Guerra by Sun Tzu

By Sun Tzu

A Arte da Guerra é um célebre tratado de estratégia militar da autoria de solar Tzu (544-496 a. C.), escrito na China durante o século IV a. C., que constitui um marco entre os escritos militares e estratégicos da História da Humanidade. Apresentado na versão essential, o presente livro integra a colecção Clássicos Texto, que pretende divulgar obras de autores incontornáveis na literatura mundial de todos os tempos. Desta colecção fazem também parte textos de Sigmund Freud, Charles Darwin, Carl von Clausewitz ou Adam Smith, todos eles retirados de obras de referência desses autores, hoje reconhecidos como pioneiros nas suas áreas de estudo, da Economia e Estratégia Militar à Psicologia e Biologia. O objectivo destas edições é divulgar as ideias-chave destes autores junto de um público mais vasto e abrir caminho a uma leitura posterior, mais completa e aprofundada, das suas obras intemporais.

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Sofia Alves (actriz)
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José Carlos Bomtempo (director criativo da McCann Erikson)
Maria João Seixas (jornalista)
Urbano Tavares Rodrigues (escritor)
António Sala (radialista)
Ângela Leite (psicóloga e escritora)
Valter Hugo Mãe (escritor)
Gilberto Madaíl (presidente da FPF)
Rui Zink (escritor)
Paulo Fragoso (locutor da RFM)
António Rego (jornalista)
Maria Filomena Mónica (socióloga)
Fernando Pinto do Amaral (escritor e crítico literário)
Jacinto Lucas Pires (escritor)
Pedro Sena-Lino (poeta e crítico literário)
José Augusto Mourão (professor universitário)
J. Pinto da Costa (médico e professor universitário)
Manuel Rui (escritor)
Clara Pinto Correia (bióloga e escritora)
Maria João Cantinho (escritora, poeta e crítica literária)
Maria de Belém Roseira (deputada e jurista)
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Mário Cláudio (escritor)
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Example text

To have an idea of the political suggests a fully blown alternative model, a space that is free of misrepresentation. Yet such a space is, as Schmitt and others have pointed out, simply a negation of the constructions that determine our time; it is, once again, to ‘decide against the decision’, to allow the forces of sovereignty to reproduce themselves unseen in the guise of their purported absence. It is a source as well, I would argue, for Arendt’s ambivalence and compromise (as we’ll see, Derrida doesn’t commit himself quite as much to the denial of sovereignty; his ambivalence is of a different sort).

In Chapter 4, I will return to this engagement with Arendt and Derrida, looking at their respective understandings of Messianism, and in Chapter 5, I will examine their (resultant) notions of forgiveness and judgment. For the time being let us examine each thinker’s basic relationship to sovereignty in turn to see how this plays itself out and with what consequences for contemporary understandings of, and possibilities for, politics. Hannah Arendt In her own struggle with the political expression of sovereignty, Arendt gives it a history, and a modern one at that.

Jacques Derrida Arendt’s troubled relationship to sovereignty is not unique. We see in no small number of important thinkers of the middle to late twentieth century a In the maw of sovereignty 37 strange mixture of condemnation of sovereign politics (although it is not always referred to as such) with a reluctant acquiescence or at least accommodation. 17 As already noted, Derrida’s ambivalence is different from Arendt’s; his position is already closer to Benjamin’s own but he is ambivalent nonetheless.

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